Pare...
Reflita...
Pare !... e reflita um momento...
Você é alguém !...
Cale e medita em silêncio...
Tua meta não terá um fim !...
Abra os portões de tua mente
Somente à razão...
Sê como o sândalo altivo
Cativo... ferido...
Perfumando as mãos frias
Do vil lenhador que em mil golpes fatídicos
O arranca do chão...
Abra os portões de tua mente
Somente à razão !...
Sê como o sândalo altivo
Cativo... ferido...
Perfumando as mãos frias
Do vil lenhador que em mil golpes fatídicos
O arranca do chão...
Abra os portões de tua mente
Somente à razão !...

Olá, Márcio, amo seus poemas. Vou colocar esse no meu blog SÓ POESIA BOA, posso? Um abraço
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